Encontro dos amantes do Chorinho, género nascido do Rio e sublimado por Pixinguinha...

Este estilo de música popular brasileira é praticado também em Lisboa!

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Estamos de Volta!!

Depois de alguns meses de férias, o blog está de volta ao activo para continuar o seu trabalho!!

Aguardem Novidades!!

sexta-feira, 14 de julho de 2006

férias

Olá bloggistas...

só para avisar que a roda vai entrar de "férias" durante algumas semanas...
Para quem anda pelo orkut, procurem a comunidade do Clube do Choro de Lisboa.

abraços e bons mergulhos

domingo, 11 de junho de 2006

Choro virtual

Aqui fica a lista das próximas apresentações (Junho):
  • dia 13, Sítio do Cefalópode, início pelas 22:30h
  • dia 22, Sítio do Cefalópode, início pelas 23h
  • dia 28, B.Leza (hora a confirmar)

Para os entusiastas do estilo deixo mais um link que vale a pena ver, pela quantidade de informação reunida http://www.cavacoechoro.hpg.ig.com.br

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Partida... largada... fugida...

Pois é... como vem sendo habitual, roda reuniu-se, mais uma vez.
Na próxima terça - dia de Sto. António - estaremos lá novamente. A hora a que nos reuniremos será anunciada aqui (é provável que seja um pouco mais cedo do que o habitual).

Entretanto e querendo reavivar o blog, gostaríamos de ouvir sugestões dos visitantes quanto a material que gostassem de ver aqui e / ou apresentado na roda.
Sites sobre choro ou algum músico em particular, músicas, letras, histórias, etc.
Tentaremos, dentro do que sabemos, satisfazer todos os pedidos e esclarecer as dúvidas e perguntas que surgirem. Como não sabemos tudo, agradecemos que nos avisem, caso tenham alguma informação (concertos, workshops...), correcção, música, etc. que gostassem de ver aqui.

Para estrear este novo fôlego lanço um pedido aos "ciber chorões"

Estamos à procura de um nome para a nossa roda... aceitam-se sugestões.

Quanto às próximas apresentações, eis o "calendário previsto das hostilidades":


  • dia 13 de junho, roda de choro no Sitio do Cefalópode (caso não haja indicação em contrário, decorrerá nos moldes normais e iniciar-se-á no horário habitual - por volta das 22:30h /23h)
  • dia 28 de Junho, apresentação na discoteca B-leza.

Haverá ainda uma apresentação antes de dia 28 que será anunciada atempadamente.

Entretanto deixo um link para o site do grupo Choro Ensemble de Nova York - www.choroensemble.com

Até breve

quinta-feira, 25 de maio de 2006

Aniversário do Dinis

Na proxima terça-feira, dia 20 de Maio, vamos fazer a roda por volta das 23.00. Aproveitamos, também para assinalar o aniversário do Dinis

domingo, 21 de maio de 2006

De volta

Para aqueles que têm acompanhado a nossa Roda, o nosso obrigado. Para os outros... temos tido umas noites fantásticas!
Os músicos que aparecem são sempre mais e mais... e cada um acrescenta um colorido diferente aos sons que pintam a atmosfera que se vive no Sítio.

Se ainda não conhece... venha daí uma destas terças e ouça por si.

Abraços e até lá!

terça-feira, 14 de março de 2006

Roda de Choro

Desmarcação da Roda de Choro para este dia 14!!
Caros ciberchorões! por motivos de quorum não vai dar para acontecer a roda de hoje!!!!!!!!
Abraço

segunda-feira, 13 de março de 2006

este mês...

Em Março a roda continua a dar o ar da sua graça.

Amanhã, terça-feira dia 14 a roda vai reunir-se mais uma vez.
Se toca, quer tocar, gosta de ouvir ou somente se quer passar uns momentos em boa companhia... apareça.

No dia 30 (quinta-feira) também lá estaremos (ver www.cefalopode.com).

Até lá!

quarta-feira, 8 de março de 2006

Noites de choro

Ao contrário do que possa soar... as tristezas não entram neste programa.
Sempre animadas e numa toada simples mas intimista, as noites de roda já ganharam o seu espaço.
Os músicos aparecem cedo, para logo tocar.
Quem se atrasa no café, perde os primeiros acordes.
Quem ouve, expressa a sua apreciação com sorrisos. Quem toca agradece o silêncio com que nos brindam durante as músicas.
À laia de improvisos vão surgindo músicas e momentos únicos.


Começou no outro lado do Atlântico mas, hoje, em Lisboa, volta a ouvir-se este som com raízes em todo o mundo.
Quem vem de novo é sempre bem-vindo.
Assim como começa... os instrumentos voltam a descansar...
"P'rá semana há mais"
(fotos - marta silveira produções)

quinta-feira, 2 de março de 2006

Choro

Chorinho
Gênero da música popular brasileira que surge no final do século XIX, no Rio de Janeiro. Inicialmente não é considerado estilo musical, mas uma forma abrasileirada com que músicos da época tocam ritmos estrangeiros como polca, tango e valsa. Eles utilizam, entre outros instrumentos, violão, flauta, cavaquinho, bandolim e clarineta, que dão à música um aspecto sentimental, melancólico e choroso. O termo choro passa, então, a denominar o estilo. Influenciado por ritmos africanos, como o batuque e o lundu, sua principal característica é a improvisação instrumental, especialmente com violão e cavaquinho. A função de cada instrumento na música varia de acordo com o virtuosismo dos componentes do conjunto, que podem assumir o papel de solo, contraponto ou as duas coisas alternadamente. A partir de 1880, com a proliferação dos conjuntos de pau e corda, formados por dois violões de cordas de aço, flauta e cavaquinho, o estilo populariza-se nos salões de dança e nas festas da periferia carioca. Um dos primeiros chorões – nome dado aos integrantes desses conjuntos – é o flautista Joaquim Antônio da Silva Calado (1848-1880). Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga criam as primeiras composições que firmam o choro como gênero musical com características próprias. Chorinho – No início do século XX, o choro deixa de ser apenas instrumental e passa a ser cantado. Aproxima-se do maxixe e do samba e adquire um ritmo mais rápido, agitado e alegre, além de maior capacidade de improvisação. Surge o chorinho ou samba-choro, também conhecido como terno, por causa da delicadeza e da sutileza de sua melodia. A partir da década de 30, impulsionado pelo rádio e pelo investimento das gravadoras de disco, o choro torna-se sucesso nacional. Uma nova geração de chorões organiza-se em conjuntos chamados regionais e introduz a percussão nas composições. Nos anos seguintes surgem vários músicos, como Canhoto (1908-) e seu regional, que tinha como integrante Altamiro Carrilho (1924-); conjunto Época de Ouro; Luperce Miranda (1904-1977); Zequinha de Abreu (1880-1935), autor de Tico-Tico no Fubá; Jacó do Bandolim (1918-1969); e Nelson Cavaquinho (1910-). O principal nome do período é Pixinguinha, autor de mais de uma centena de choros e um dos mais importantes compositores da música popular brasileira. Em 1928 cria Carinhoso, que recebe letra de João de Barro (1907-), o Braguinha, em 1937. Também se destaca Valdir Azevedo (1923-1980), autor de Brasileirinho (1947), o maior sucesso da história do gênero, gravado por Carmen Miranda (1909-1955) e, mais tarde, por músicos de todo o mundo. O choro também aparece na música erudita. Um exemplo é a série Choros, do maestro Heitor Villa-Lobos. Na década de 50 começa a perder sua popularidade em razão do surgimento das grandes orquestras, inspiradas nas jazz bands norte-americanas. Mas mantém-se presente na produção de vários artistas da MPB, como Paulinho da Viola (1942-), Guinga (1950-) e Arthur Moreira Lima (1940-). É redescoberto na década de 70, quando são criados os Clubes do Choro, que revelam novos conjuntos de todo o país, e os festivais nacionais. Em meados dos anos 90 é fortalecido por grupos que se dedicam a sua modernização e divulgação, por meio do lançamento de CDs e da publicação de uma revista especializada, a Roda de Choro.
fonte: http://geocities.yahoo.com.br/
/vinicrashbr/artes/musica/choro.htm